sexta-feira, 14 de novembro de 2008

NOTÍCIAS DA ELEIÇÃO

Visita do Sintepe
Visitada pelo Sintepe na escola que trabalho, questionei o presidente desta instituição, acerca do monitoramento ou mehor da vigilância exercida pela SEE sobre os trabalhadores em educação. Perguntei por que o Sintepe não utiliza a mídia para denunciar tal fato.
Para minha surpresa, ouvi ( eu e demais companheiros presentes na sala dos professores) do Sr. presidente que, deveríamos ter muita cautela nessa questão, pois" para a população somos vistos como profissionais que não gostam de trabalhar" dessa forma, divulgar na mídia as medidas do governo poderá ser algo perigoso, além disso, este, segundo as estatísticas tem aprovação do povo, uma vez que, a educaçao foi citado em pesquisa como um dos setores que mais recebe atenção do governo.
Pasmei!
Até porque quem ler o Boletim nº 02 abril/2008 do Sintepe, vai encontar na pauta de reivindicação (II Eixo Educacional, ítem 7) a seguinte expressão: RETIRADA DOS NOMES DOS PROFESSORES (as) E HORÁRIOS DE AULAS DIVULGADOS ATRAVÉS DA INTERNET.
O governo amplia o ataque aos trabalhadores em educação, além da vigilância "on line" contrata técnicos para atuar como fiscais dentro das unidades de ensino. E o sindicato que se dizia contrário à uma série de arbitrariedades praticadas pelo "pseudo socialista" Eduardo Campos, não atua no sentido de defender a classe dos trabalhadores.
Cadê a luta contra a proliferação das telessalas de Roberto Marinho? E os Centros de Referências (ou melhor, de exclusão) ? E o que dizer das Fundações de Direito Privado aprovada em Assembléia pelos Deputados(as) traídores (as), entre eles(as), Tereza Leitão, alardeada ( mesmo ausente) após debate do dia 11 de novembro pela tropa do Sintepe. E a questão do Sassepe? E o sucateamnete das escolas públicas? Visitei algumas, que nem merecem ser chamadas de escolas.
O Sintepe omite-se e transfere culpas e responsabilidades para a base, dizem que precisamos fortalecer os conselhos, envolver a comunidade nas escolas, levar as discussões para o local de trabalho, enfim, recomenda-nos o que, para nós é rotineiro, como se apenas tais medidas resolvessem o leque de problemas existentes na educação.
Assim companheiros, leiam, avaliem as propostas das duas chapas e tirem as devidas conclusões.
Ah! quanto ao jornalzinho do SINTEPE/CNTE/CUT, no qual aparece as duas chapas ( a da Situação e a Oposição) certamente o teremos em mãos após as eleições.

Albênia (Camaragibe- Professora de geografia)

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